
Por Hoisel

Pedra Letícia é uma banda formada na cidade de Goiânia em setembro de 2005, cuja marca é o humor irreverente e a inteligência das letras aliados à alta qualidade musical de suas canções. A teatralidade faz de seus shows um momento pra se divertir, rir, dançar e cantar junto. O repertório que inclui clássicos do rock – nem sempre levados muito a sério - e várias releituras de músicas infantis, principalmente da década de 80, agrada públicos de todas as idades. Não há um tipo de público definido que freqüenta os shows do Pedra Letícia, trata-se de uma platéia muito eclética.

Curiosidades
O problema é que King não é uma ruína: está esbanjando energia e entusiasmo aos 84 anos. Mas é compreensível a romaria em direção a ele: a sua infalível técnica de "esticar" os solos de guitarra indefinidamente, fazendo com que a gente preencha o silêncio no espaço com sua música, parece irrepetível, incomparável (e faz com que a experiência de ouvi-lo pareça "exclusiva" - cada um que ouve sua música é levado a pensar que o ouve de forma única, secreta).
Às 22h30, sob ruidoso aplauso, B.B. King subiu ao palco do Bourbon Street Music Club, após o tradicional aquecimento de sua banda. "Gostaria de dedicar estas duas primeiras canções àqueles que estão apaixonados, aqueles que têm alguém", disse o velho showman, e atacou I Need You So. Logo a seguir, apresentou sua banda, na qual o mais jovem tem 54 anos (o baixista Reginald Richards), e em que pontificam os notáveis saxofonistas Melvin Jackson e Walter Riley King (este, seu sobrinho) e o figuraça trompetista James "Boogaloo" Bolden.

O show todo é pontuado por seu estilo de falso bufão, com declarações "picantes" sobre Viagra e Cialis, beijos roubados ao próprio microfone e as caretas de falso pudor. "Eu tenho um péssimo hábito: eu amo mulher bonita", diz. Ou então: "Nunca deixe um outro homem dançar algo tão lento com sua garota", aconselha. "Temos mania de ter muitos médicos nos Estados Unidos. Tenho dois médicos. Um deles é o Viagra."
"Não tenho nada contra o rap, mas não gosto quando eles dizem coisas ruins a respeito das mulheres", vai confessando, para então anunciar que dedicará a próxima canção a todas as garotas da plateia. E completa, provocando os olhares de estupefação ensaiada de seus músicos: "Nunca vi uma mulher feia. Todas as mulheres são bonitas." Depois, faz todo mundo cantar com You"re My Sunshine, pastor de uma igreja de êxtase e euforia.
Potência vocal. Curioso observar que King não perdeu potência vocal com a idade. É artífice de um canto feito de explosões, de puro vigor, força natural, e ungido por uma ligação simbiótica com seu instrumento, a guitarra. O guitarrista brinca, mas vai enfileirando e conduzindo sua banda, com canções como Nobody Loves Me, Key to the Highway, I"m a Bluesman (sua profissão de fé), Let the Good Times Roll (com um solo de sax arrasador de Melvin Jackson), Rock me Baby, The Thrill Is Gone. Arruma o coletinho, simula que o coração está batendo mais forte por baixo do paletó.
Faz a ponte entre as músicas com histórias e "statements" sobre o universo das canções, como em See that my Grave is Kept Clean, na qual o organista James Toney parece carregar um pouco mais as tintas fúnebres e ele o "repreende" publicamente. "Tenho 84 anos, mas não estou morto", brinca, sacaneando os jornais que estariam ansiosos para escrever sobre a morte dele.
King não será nunca, no entanto, aquele entertainer dócil, submisso. Tem convicções muito arraigadas sobre orgulho, integridade, ética. "Houve um trompetista em New Orleans. Tinha a pele negra como a minha, olhos grandes como os meus. Eles o chamavam de Pops", conta, já no final do show, lembrando de um dos seus ídolos, Louis Armstrong. "Só não me chamem de Pops. Podem me chamar de papai, de velhote, mas não de Pops."
É de fato o Rei do Blues, um soberano reconhecido até pelos súditos mais honoráveis, como Buddy Guy (que, por seu turno, foi o influenciador de Hendrix). Recentemente, a revista Rolling Stone realizou uma daquelas listas "definitivas", com os 100 maiores guitarristas de todos os tempos. Ele é o terceiro da lista, abaixo apenas de Hendrix e Duane Allman (dos Allman Brothers).
Em conversa em seu camarim, ele responde com bom humor à questão-chave da mitologia bluesística: o que há de verdade naquela velha lenda sobre músicos de blues que fazem um pacto com o Demônio pelo sucesso: "Todos os demônios que conheci tinham duas pernas. Acredito que toda pessoa que se supera continuamente pode chegar aonde quer. Um jornalista pode se aperfeiçoar continuamente, um homem de negócios pode se aperfeiçoar. Eu tenho esse sonho de me manter sempre em crescimento."
Cajun turbinado. Durante mais de uma hora, após o show, recebeu os discípulos e "fiéis", como se fosse uma entidade religiosa que desce do seu Olimpo e vem confraternizar com os seguidores. Não faz forfait, recebe todo mundo, conversa, pergunta. "É uma pena que meu português não tenha evoluído, poderia ser mais fácil a comunicação com vocês", diz. Em suas mãos, o rock ganha fogo, o R&B ganha molejo, o blues ganha em pungência. Quando vai à matriz, ao som do Sul americano, mostra que nunca ficou exatamente parado no tempo - sua versão é como um cajun turbinado, um zydeco radioativo.
A peregrinação para ver a Lenda do Blues lotou não só o Bourbon, mas também o Via Funchal, onde tocaria na sexta. Daqui, ele vai para Buenos Aires, onde não se apresenta há 16 anos - o Ginásio Luna Park, onde tocará, também já está lotado. Provavelmente, em um ou dois anos, estará de volta, porque tem notável saúde e não toca mais para ganhar a vida, mas para tornar a nossa vida mais luminosa.
Por - Jotabê Medeiros, de O Estado de S. Paulo - O Estadao de S.Paulo
Ventania Bom de Blues
"Stand by me" abre o CD/DVD, e Ridley e seu violão são os primeiros a serem ouvidos. Mas a gravação ainda inclui, entre outros, a voz e a gaita do americano Grandpa Elliott, as congas do espanhol Django "Bambolino" Degen, o violoncelo do russo Dimitri Dolgonov, o coral sul-africano Sinamuva e o cavaquinho do brasileiro - o único do projeto em meio aos mais de cem músicos participantes - Cesar Pope.

"Nunca ninguém combinou com uma guitarra o blues, o rock e a 'psicodelia' com tanta facilidade e carisma" como Hendrix, diz o crítico musical da "Time", Josh Tyrangiel, encarregado de elaborar a lista sobre os mestres da guitarra.
Segundo Tyrangiel, o lendário Hendrix se impõe a artistas de todas as épocas e gêneros. Já Slash, o ex-guitarrista do Guns'n'Roses, ficou com o segundo lugar, graças à sua "precisão" com as seis cordas e a sua paciência com Axl Rose, vocalista da banda.
O terceiro lugar da lista de dez ficou com a lenda do blues B.B. King e sua guitarra "Lucille".
O guitarrista dos Rolling Stones Keith Richards vem logo em seguida, antes de Eric Clapton.
Jimmy Page, ex-membro do grupo Led Zeppelin ficou em sexto, seguido por Chuck Berry, Les Paul, Yngwie Malmsteen e Prince, fechando o top 10 de ilustres guitarristas.
| Jimi Hendrix foi eleito o melhor guitarrista da história pela revista "Time" |

À aqueles que não gostam ! Mas acho Steven Seagal um ótimo ator e agora descobri que alem disso tambem é um Bom cantor de blues já ouvi algumas musicas e gostei muito. Pesquisei um pouco sobre sua musica e compartilho com voces . Steven teve a sua primeira guitarra na idade de 12 anos e assim começou com o blues. 

Site Oficial: www.stevenseagal.com

Com o fim da guerra civil americana e conseqüente liberação dos escravos, os negros se dispersaram e em alguns casos se tornaram agricultores de suas próprias terras . O que antes era entoado em coro como "worksongs"(canções de trabalho) deu lugar a um cultivador solitário, guiando sua mula ou puxando seu arado e improvisando cantos.Mas nem todos se tornaram agricultores. Muitos migraram para a cidade e levaram para lá esta forma de canto que se desenvolveu nos campos. O aparecimento deste novo proletáriado teve como consequência direta a grande procura por divertimentos: lojas de bebidas sala de jogos, casa de prostituição - locais onde a música dava a tônica . Foi por esta época que começou a surgir a figura do "songster" ou o cantador. Não raramente cego ou aleijado , ele passava de vila em vila cantando seus problemas com a lei, a falta de emprego ou lamentando a mulher que o deixara.
Enquanto o negro americano tentava se adaptar a condição de liberto, ele sofria com a forte segregacão racial cada vez mais evidente. Um de seu consolos se tornou o pastor negro que adaptava as lições da bíblia a uma visão muito pessoal e voltada para a sua comunidade. Na igreja os negros tentavam transcender a dura realidade e entoavam cânticos que muito lembravam as worksongs.E foi assim que em algum lugar do século 20 do fazendeiro solitário entoando suas canções, do cantor itinerante disseminado suas baladas e do pregador inflamando seus fiéis com cânticos surgiu o blues.
A Blue Note
Neste artigo, abordaremos um assunto pouco tratado em manuais e livros sobre a improvisação Jazz: o Blues e a Blue Note, a nota que deu o nome a mais famosa gravadora da indústria fonográfica americana da era do Jazz.

Historicamente foi o lamento dos cantores se acompanhando com as tradicionais guitarras acústicas americanas que deu origem a esta escala. Lentamente, ao longo de décadas, os sons ìsemitonadosî das vozes de lamento e de tristeza dos negros escravizados foram se ajustando e se acomodando até chegarem a formar as seis notas básicas que compõem a escala que conhecemos nos dias de hoje.
A escala Blues de C é formada pelas notas C, Eb, F, F#, G, Bb e com ela podemos improvisar em qualquer Blues em C, seja ele maior ou menor.
Na escala acima a Blue Note é o F#. Contando os graus da escala teremos: I, bIII, IV, #IV, V, bVII. Portanto a Blue Note é a quarta aumentada (#IV). Se retirarmos a Blue Note desta escala, teremos exatamente a escala Pentafônica (menor) muito usada na música oriental e na música modal. A Pentafônica (ou Pentatônica) é uma escala de origem muito mais antiga do que a escala Blues.

Então, é na Blue Note que reside a diferença entre a escala Blues e a Pentafônica, e é a própria escala Blues que dá o nome a esta nota característica. De uma forma mais ampla, o Blues, elegeu a Blue Note como a nota mais peculiar e intrínseca de seu gênero musical.
Dentro da harmonia do Blues, desde as estruturas mais simples até as mais complexas, a escala Blues pode ser usada para improvisar sem medo de se tropeçar em notas que não ìfuncionemî, que soem mal. Esta é a característica melhor desta escala a despeito de sua sonoridade bem simplória. Esta característica também lhe concedeu um belo lugar ao sol em todos os gêneros musicais que historicamente vieram depois do Blues: Rhythm & Blues, Rock & Roll, POP, etc., chamados de ìnetosî do Blues.
Esta escala pela sua simplicidade de execução e pela sua beleza e funcionalidade, foi usada em 90% das gravações populares internacionais dos últimos 50 anos e ainda hoje está sendo usada cada vez mais.
Mas a propriedade mais interessante e intrigante desta escala está no fato de ela funcionar bem, apesar dos intervalos dissonantes que ela cria com a harmonia. O que acontece com esta escala é algo quase místico. Ela funciona bem criando harmonias agradáveis apesar de todas as disson’ncias que gera.

Segue a lista.
Fonte: Whiplash
BRUCE WILLIS: The Accelerators

Assim como Bruce Willis, Juliette se tornou famosa em Hollywood mas nunca escondeu a sua quedinha pelo mundo da música. Segundo a própria moça, cresceu ouvindo The Who com o pai e a dobradinha IRON MAIDEN e Black Flag com o irmão mais velho. Em 2003, ela formaria a banda Juliette & The Licks ao lado dos amigos guitarristas Todd Morse e Kemble Walters. Tocaram na Vans Warped Tour em 2004 e abriram shows de artistas como Social Distortion e Courtney Love. O EP "Like a Bolt of Lightening", produzido por Linda Perry, abriria as portas para o primeiro disco, "You’re Speaking My Language". Este ano, lançaram o segundo CD, "Four On The Floor", cujas baterias ficaram a cargo de Dave Grohl, do Foo Fighters. A sonoridade é suja, meio rock ‘n’ roll clássico, meio punk. Merece uma conferida.
JARED LETO: 30 Seconds To Mars

Ao lado do irmão Shannon, Jared Leto formou o grupo em 2002, quando lançaria o primeiro disco, independente e auto-intitulado, citando influências como Pink Floyd, KISS e Alice Cooper. No final de 2003, enquanto tocavam seu rock alternativo pela África do Sul, Jared escreveu cerca de 40 músicas - que seriam a base para o segundo disco, "A Beautiful Lie", que traria ainda um cover para "Hunter", da cantora Björk. Este ano, acabaram sendo indicados para o Vídeo Music Awards de "melhor clipe de rock" por "The Kill", concorrendo ao lado de nomes como Red Hot Chilli Peppers e Green Day.
Site Oficial: www.thirtysecondstomars.com
KEANU REEVES: Dogstar

O grupo Dogstar surgiu quando Reeves e o baterista Rob Mailhouse (também ator, já participou de "Days of Our Lives" e "Seinfeld") se encontraram em um supermercado em 91. Mailhouse vestia um casaco do time de hóquei Detroit Red Wings, e Reeves perguntou se ele precisaria de um goleiro. O interesse no esporte se transformou em amizade, e eles começaram a tocar juntos em casa um pouco do grunge do qual tanto gostavam. A banda teve várias formações (e nomes, como Small Fecal Matter e BFS) até a entrada do vocalista e guitarrista Bret Domrose em 94. Um ano depois, abririam os shows do BON JOVI na Austrália e na Nova Zelândia e, em 96, sairia um EP de quatro faixas, "Quattro Formaggi", seguido do disco de estréia "Our Little Visionary" - distribuído apenas no Japão. Chegou a recusar o papel em "Velocidade Máxima 2" por causa das atribuições de rockstar. Em 99, quando tiveram a oportunidade de tocar no Glastonbury Festival, lançaram o segundo disco, "Happy Ending". Mas os compromissos de cada membro do grupo (especialmente Reeves) já ficavam mais evidentes e complicavam as apresentações. A última apresentação do ator ao lado do grupo foi em outubro de 2002 e, apesar de se considerar for a do conjunto, vez por outra ele tira o pó do baixo e sai para tocar com eles.
Fã-Site Gringo: www.reeves-dogstar.com
RUSSELL CROWE: 30 Odd Foot of Grunts

Traduzir o nome da banda - "30 Odd Foot" quer dizer algo como "trinta pés estranhos e/ou bizarros", falando especificamente sobre a medida, enquanto "grunt" é uma gíria considerada honrosa para soldados nos Estados Unidos e demais países de língua inglesa - é tarefa tão difícil quanto descobrir como ele surgiu, já que as histórias são fartas e variadas. O que se sabe é que o grupo de rock australiano surgiria em 92, quando Crowe e o amigo Billy-Dean Cochran, que já vinham tocando juntos desde a adolescência na Nova Zelândia, se mudaram para a Austrália e conheceram os irmãos Dave Kelly e Garth Adam. Com a adição do baterista Don Brown e do guitarrista Mark Rosier, nasceu a banda - mas Brown e Rosier sairiam antes mesmo do lançamento do primeiro registro do grupo, o disco ao vivo "Gaslight" (98). Com Stewart Kirwan nos trompetes e o cantor Dave Wilkins, a banda se tornou um sexteto - Kelly ficou com a bateria e o próprio Crowe com a guitarra faltante. Viriam ainda mais três discos: "Bastard Life or Clarity" (2001), "Texas" (2002) e "Other Ways of Speaking" (2003). Em 2005, o ator abandonaria o sexteto para lançar um disco solo, "My Hand and My Heart".
Site Oficial: www.gruntland.com
KEVIN BACON: Bacon Brothers

Uma dupla de música country-folk formada pelos irmãos Michael e Kevin Bacon que sempre tocou junta desde a infância - mas que começou a ganhar atenção em 94, quando se reuniram para tocar em um evento de caridade de sua cidade-natal, Filadélfia. Enquanto Kevin preferiu seguir pelo mundo da atuação, Michael forjou sua própria carreira musical ao participar da banda Good News, nos anos 70, seguida por dois álbuns solo. Compondo para a TV, ganhou um prêmio Emmy pelo documentário "The Kennedys". Depois de 94, os irmãos caíram na estrada e atraíram os olhos da mídia, lançando em 97 o disco de estréia "Forosoco". Viriam ainda "Getting There" (99), "Can’t Complain" (2001), o duplo ao vivo "Live: The No Food Jokes Tour" (2003) e o recente "White Nuckles" (2005). Sua canção "Chop Wood (Carry Water)" está na trilha do filme "O Lenhador", estrelado pelo próprio Kevin.
Fã-Site Gringo: www.baconbros.com
BILLY BOB THORNTON: Billy Bob Thornton Band

Nascido e criado no Arkansas, Thornton formou sua primeira banda aos 9 anos de idade, e passou toda a sua adolescência tocando. Já foi até baterista em uma banda tributo ao ZZ Top - e sua residência, uma mansão em Beverly Hills, foi comprada do guitarrista Slash (ex-Guns ‘n’ Roses) e tem um estúdio próprio, no qual Thornton gravaria seu álbum de estréia, "Private Radio" (2001). O próprio ator descreve: "Minha música é um gótico sulista. Como eu". Sua banda é um verdadeiro desfile de estrelas da música dos EUA: os tecladistas Mike Finnegan e Teddy Andreadis (Guns ‘n’ Roses, Alice Cooper, Slash’s Snakepit), o baixista Steve Arnold (Marty Stuart, Zydablu), o baterista Sam Bacco (Matchbox 20, Dixie Chicks, Garth Brooks), os guitarristas Steve Bruton (Bob Dylan, Carly Simon), Randy Mitchell (Donna Summer, Warren Zevon), Michael R. Shipp e Brad Davis e o backing vocal de Mica Roberts (Faith Hill, Toby Keith). Em 2003, o grupo lançou o segundo CD, "The Edge of the World", com o cover de "Everybody’s Talkin", de Fred Neil.
Site Oficial: www.billybobthornton.net/music%20band.html
JADA PINKETT SMITH: Wicked Wisdom

De todos os projetos desta página, talvez o que mais cause estranhamento seja mesmo o Wicked Wisdom de Jada Pinkett Smith. Com a esposa de Will Smith, Jada Pinkett Smith (da série de filmes "Matrix"), nos vocais, a banda traz ainda Pocket Honore (guitarra), Rio Lawrence (baixo), Cameron Graves (guitarra/teclado) e o ex-Fishbone Phillip Fisher (baterista). Os créditos deste último já denunciam: trata-se de uma banda de metal alternativo. Daquelas que misturam peso e agressividade com o groove do funk. Antes mesmo de lançar seu primeiro disco, auto-intitulado (que chegou ao mercado em 2006), o quinteto encarou a missão de tocar no Ozzfest, onde foram hostilizados pela platéia que aguardava IRON MAIDEN e Black Sabbath. Foram em frente, e abriram shows de Papa Roach, Sevendust e até uma turnê de Britney Spears (???) na Europa.
Site Oficial: www.wickedwisdom.net
My Space: www.myspace.com/wickedwisdomband
STEVEN SEAGAL: Steven Seagal & The Thunderbox
Você pode se lembrar dele muito mais por seus papéis canastrônicos em filmes de ação nos quais bate em todo mundo e não leva um único soco (e nem desarruma o rabo-de-cavalo), mas o fato é que Seagal também é apaixonado pelo mundo da música - e toca seu vilão desde a infância. Em 2005, lançou "Songs from the Crystal Cave", uma coleção de blues e folk, com pitadas até de reggae e world music e participações de nomes como Tony Rebel e o ótimo Stevie Wonder. Já em 2006, renomeado como "Steven Seagal & The Thunderbox", viria o elogiado "Mojo Priest". Os convidados especiais são Ruth Brown e Bo Diddley, além de membros da lendária banda de Muddy Waters, em releituras de clássicos absolutos como "Little Red Rooster," "Hoochie Coochie Man" e "Dust My Broom". A turnê começa em janeiro de 2007.
Site Oficial: www.stevenseagal.com
DENNIS QUAID: Dennis Quaid and The Sharks

Quaid sempre foi do tipo rock ‘n’ roll, um fã declarado dos clássicos. Chegou a compor canções para filmes estrelados por ele, como "Sede de Triunfo" (1983) e "Acerto de Contas" (1987). Mas depois de "A Fera do Rock" (1989), no qual interpretou o próprio Jerry Lee Lewis, Quaid resolveu montar seu grupo de rock. Assumindo a função de vocalista e guitarrista, ele reuniu, em 2000, Jamie James (guitarrista), Ton Slik (baixo), Ken Slange (teclados) e Tom Walsh (bateria). Além de tocarem composições próprias, eles ainda executam covers como "Great Balls of Fire". Tocando sempre descalço, Quaid e seus Sharks podem ser freqüentemente vistos nos principais clubes de Los Angeles.
Site Oficial: www.dqandthesharks.com
PETER STORMARE: Blonde From Fargo

O ator sueco, fã de Beatles, The Clash e Nirvana, começou sua relação com a música já em seu país natal - levada para Nova York e Los Angeles quando se mudou para os EUA. Em 2000, quando trabalharam juntos em "O Hotel de Um Milhão de Dólares", o vocalista Bono Vox (U2) o encorajou a seguir em frente com sua carreira musical. Depois de algumas apresentações em Los Angeles, surgiria o grupo Blonde From Fargo - que conta ainda com Randy Arizona (guitarrista/Donna Summer, Billy Bob Thornton), Dean Pleasants (guitarrista/ Suicidal Tendencies, Infectious Grooves), Matt Laug (guitarrista e baterista/ Alanis Morissette, The Corrs, Slash’s Snakepit, e The Calling) e seu grande parceiro e conterrâneo Johnny G. (baixista, guitarrista e pianista/ Nina Hagen, Slash’s Snakepit).
Site Oficial: www.blondefromfargo.com
HARRY DEAN STANTON: Harry Dean Stanton Band

De todos os atores que resolveram se aventurar pelo universo musical, aquele que tem a trajetória mais duradoura é mesmo Harry Dean Stanton, cuja banda já toca junta há mais de uma década. Vocalista e gaitista (além de eventualmente guitarrista), Stanton e companhia estão sempre se apresentando nas casas de shows de Los Angeles, misturando rock clássico (Bob Dylan, Jimmy Reed), blues (Muddy Waters) e jazz dos anos 20 e 30. Já dividiu o palco com nomes como Chaka Khan, John Densmore (baterista do The Doors), Joan Baez e Bing Crosby. Entre seus fãs declarados estão Ringo Starr e Bono Vox (U2).
Cartoon Diário Por www.sergeicartoons.com
http://blueslopes.no.comunidades.net