
The Official Tribute to The Blues Brothers

The Official Tribute to The Blues Brothers
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O cantor e guitarrista David "Honeyboy" Edwards, um dos pilares do blues do delta do Mississippi, berço deste gênero musical, faleceu na segunda-feira, aos 96 anos.
Edwards contribuiu para tornar famoso o blues além das fronteiras de sua região, situada no norte do Estado do mesmo nome, ao sul de Memphis.
Em 2009, "Honeyboy" tocou durante a cerimônia de posse de Barack Obama. No mesmo ano, levou um Grammy Award pelo álbum "Last of the Great Mississippi Delta Bluesmen: Live in Dallas".
"Honeyboy" morreu em casa, em Chicago, informou o empresário Michael Frank no site do músico.
"Em vida, compreendeu que este tipo de música não pode ser dissociado da cultura na qual nasceu e cresceu, não podendo, também, ser separada da situação racial no Sul (dos Estados Unidos) na época", disse Bruce Iglauer, fundador da gravadora Alligator Records.
Neto de escravos, filho de lavrador, David Edwards nasceu em 1915 em Shaw, uma cidadezinha situada em pleno delta du Mississippi.
Conhecido por suas longas turnês, mantinha-se ativo, apesar da idade, chegava a fazer muitos shows por ano.
Entre as canções mais conhecidas de Honeyboy estão "Just like Jesse James", "Long Tall Woman Blues" e "Gamblin Man". O cantor aprendeu a tocar na infância, começando a tocar profissionalmente em Memphis, em 1942.
Por Frederick M. Brown | AFP – ter, 30 de ago de 2011




Grandpa Elliott foi um ícone das ruas de New Orleans durante décadas. Quando se fala no French Quarter, tradicional bairro da cidade, se fala em Grandpa Elliott. Muitos moradores e freqüentadores do bairro consideram o vovô a graça salvadora e força apaixonada por trás da revitalização da cidade desde o furacão Katrina. Grandpa Elliot, senhor de barbas brancas que sempre traja um macacão jeans, deixa há mais de 60 anos as ruas da cidade mais animadas com sua música.
Vovô Elliot margeia o blues e o R&B. Tem som aconchegante e voz de tom forte. Sua gaita passeia com doçura pelas músicas. 


Albert Collins
Pedra Letícia é uma banda formada na cidade de Goiânia em setembro de 2005, cuja marca é o humor irreverente e a inteligência das letras aliados à alta qualidade musical de suas canções. A teatralidade faz de seus shows um momento pra se divertir, rir, dançar e cantar junto. O repertório que inclui clássicos do rock – nem sempre levados muito a sério - e várias releituras de músicas infantis, principalmente da década de 80, agrada públicos de todas as idades. Não há um tipo de público definido que freqüenta os shows do Pedra Letícia, trata-se de uma platéia muito eclética.

Curiosidades
O problema é que King não é uma ruína: está esbanjando energia e entusiasmo aos 84 anos. Mas é compreensível a romaria em direção a ele: a sua infalível técnica de "esticar" os solos de guitarra indefinidamente, fazendo com que a gente preencha o silêncio no espaço com sua música, parece irrepetível, incomparável (e faz com que a experiência de ouvi-lo pareça "exclusiva" - cada um que ouve sua música é levado a pensar que o ouve de forma única, secreta).
Às 22h30, sob ruidoso aplauso, B.B. King subiu ao palco do Bourbon Street Music Club, após o tradicional aquecimento de sua banda. "Gostaria de dedicar estas duas primeiras canções àqueles que estão apaixonados, aqueles que têm alguém", disse o velho showman, e atacou I Need You So. Logo a seguir, apresentou sua banda, na qual o mais jovem tem 54 anos (o baixista Reginald Richards), e em que pontificam os notáveis saxofonistas Melvin Jackson e Walter Riley King (este, seu sobrinho) e o figuraça trompetista James "Boogaloo" Bolden.

O show todo é pontuado por seu estilo de falso bufão, com declarações "picantes" sobre Viagra e Cialis, beijos roubados ao próprio microfone e as caretas de falso pudor. "Eu tenho um péssimo hábito: eu amo mulher bonita", diz. Ou então: "Nunca deixe um outro homem dançar algo tão lento com sua garota", aconselha. "Temos mania de ter muitos médicos nos Estados Unidos. Tenho dois médicos. Um deles é o Viagra."
"Não tenho nada contra o rap, mas não gosto quando eles dizem coisas ruins a respeito das mulheres", vai confessando, para então anunciar que dedicará a próxima canção a todas as garotas da plateia. E completa, provocando os olhares de estupefação ensaiada de seus músicos: "Nunca vi uma mulher feia. Todas as mulheres são bonitas." Depois, faz todo mundo cantar com You"re My Sunshine, pastor de uma igreja de êxtase e euforia.
Potência vocal. Curioso observar que King não perdeu potência vocal com a idade. É artífice de um canto feito de explosões, de puro vigor, força natural, e ungido por uma ligação simbiótica com seu instrumento, a guitarra. O guitarrista brinca, mas vai enfileirando e conduzindo sua banda, com canções como Nobody Loves Me, Key to the Highway, I"m a Bluesman (sua profissão de fé), Let the Good Times Roll (com um solo de sax arrasador de Melvin Jackson), Rock me Baby, The Thrill Is Gone. Arruma o coletinho, simula que o coração está batendo mais forte por baixo do paletó.
Faz a ponte entre as músicas com histórias e "statements" sobre o universo das canções, como em See that my Grave is Kept Clean, na qual o organista James Toney parece carregar um pouco mais as tintas fúnebres e ele o "repreende" publicamente. "Tenho 84 anos, mas não estou morto", brinca, sacaneando os jornais que estariam ansiosos para escrever sobre a morte dele.
King não será nunca, no entanto, aquele entertainer dócil, submisso. Tem convicções muito arraigadas sobre orgulho, integridade, ética. "Houve um trompetista em New Orleans. Tinha a pele negra como a minha, olhos grandes como os meus. Eles o chamavam de Pops", conta, já no final do show, lembrando de um dos seus ídolos, Louis Armstrong. "Só não me chamem de Pops. Podem me chamar de papai, de velhote, mas não de Pops."
É de fato o Rei do Blues, um soberano reconhecido até pelos súditos mais honoráveis, como Buddy Guy (que, por seu turno, foi o influenciador de Hendrix). Recentemente, a revista Rolling Stone realizou uma daquelas listas "definitivas", com os 100 maiores guitarristas de todos os tempos. Ele é o terceiro da lista, abaixo apenas de Hendrix e Duane Allman (dos Allman Brothers).
Em conversa em seu camarim, ele responde com bom humor à questão-chave da mitologia bluesística: o que há de verdade naquela velha lenda sobre músicos de blues que fazem um pacto com o Demônio pelo sucesso: "Todos os demônios que conheci tinham duas pernas. Acredito que toda pessoa que se supera continuamente pode chegar aonde quer. Um jornalista pode se aperfeiçoar continuamente, um homem de negócios pode se aperfeiçoar. Eu tenho esse sonho de me manter sempre em crescimento."
Cajun turbinado. Durante mais de uma hora, após o show, recebeu os discípulos e "fiéis", como se fosse uma entidade religiosa que desce do seu Olimpo e vem confraternizar com os seguidores. Não faz forfait, recebe todo mundo, conversa, pergunta. "É uma pena que meu português não tenha evoluído, poderia ser mais fácil a comunicação com vocês", diz. Em suas mãos, o rock ganha fogo, o R&B ganha molejo, o blues ganha em pungência. Quando vai à matriz, ao som do Sul americano, mostra que nunca ficou exatamente parado no tempo - sua versão é como um cajun turbinado, um zydeco radioativo.
A peregrinação para ver a Lenda do Blues lotou não só o Bourbon, mas também o Via Funchal, onde tocaria na sexta. Daqui, ele vai para Buenos Aires, onde não se apresenta há 16 anos - o Ginásio Luna Park, onde tocará, também já está lotado. Provavelmente, em um ou dois anos, estará de volta, porque tem notável saúde e não toca mais para ganhar a vida, mas para tornar a nossa vida mais luminosa.
Por - Jotabê Medeiros, de O Estado de S. Paulo - O Estadao de S.Paulo
Ventania Bom de Blues
"Stand by me" abre o CD/DVD, e Ridley e seu violão são os primeiros a serem ouvidos. Mas a gravação ainda inclui, entre outros, a voz e a gaita do americano Grandpa Elliott, as congas do espanhol Django "Bambolino" Degen, o violoncelo do russo Dimitri Dolgonov, o coral sul-africano Sinamuva e o cavaquinho do brasileiro - o único do projeto em meio aos mais de cem músicos participantes - Cesar Pope.

"Nunca ninguém combinou com uma guitarra o blues, o rock e a 'psicodelia' com tanta facilidade e carisma" como Hendrix, diz o crítico musical da "Time", Josh Tyrangiel, encarregado de elaborar a lista sobre os mestres da guitarra.
Segundo Tyrangiel, o lendário Hendrix se impõe a artistas de todas as épocas e gêneros. Já Slash, o ex-guitarrista do Guns'n'Roses, ficou com o segundo lugar, graças à sua "precisão" com as seis cordas e a sua paciência com Axl Rose, vocalista da banda.
O terceiro lugar da lista de dez ficou com a lenda do blues B.B. King e sua guitarra "Lucille".
O guitarrista dos Rolling Stones Keith Richards vem logo em seguida, antes de Eric Clapton.
Jimmy Page, ex-membro do grupo Led Zeppelin ficou em sexto, seguido por Chuck Berry, Les Paul, Yngwie Malmsteen e Prince, fechando o top 10 de ilustres guitarristas.
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| Jimi Hendrix foi eleito o melhor guitarrista da história pela revista "Time" |

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À aqueles que não gostam ! Mas acho Steven Seagal um ótimo ator e agora descobri que alem disso tambem é um Bom cantor de blues já ouvi algumas musicas e gostei muito. Pesquisei um pouco sobre sua musica e compartilho com voces . Steven teve a sua primeira guitarra na idade de 12 anos e assim começou com o blues. 

Site Oficial: www.stevenseagal.com

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